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Boas Pessoal

Sem dúvida um bom video para analisar:
Pelo que se percebe e vê efectivamente, tudo indica que o balão se movimenta numa direcção especifica e de forma intencional, não me parece ver alguma coisa a movimentar o balão até porque não faria sentido num Funeral e com a carga emocional que isso tem, brincadeiras desta estão fora de questão.

Sem duvida que estas situações são possíveis e acontecem mais do que aquilo que imaginamos , contudo não poderemos afirmar que fosse o Espírito do filho, mesmo sendo uma criança jovem e pela cor do caixão ( branca ) talvez 7 a 10 anos.

Não invalida que  seja um Espírito amigo da mãe ou do menino que quisesse dar à mãe essa informação de que " A VIDA CONTINUA".
A questão dos país perderem os seus filhos é algo muito doloroso e muito complicado emocionalmente, isto configura uma Expiação muito grande e durissíma que deverá promover  uma mudança de consciência nessas criaturas e nas colaterais da família.

Já agora e como estamos num espaço de debate e considerações pergunto?

Alguém tem uma outra , eventual, explicação para o balão se movimentar naquela forma intencional ? Excluindo brincadeira estamos num Funeral e penso que é sério.

Muito interessante este video :)

Espírito
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Enigmas & Mistérios / Re: A Maldição dos Olhos Sanpaku
« Última mensagem por Athena em Novembro 14, 2017, 10:21:34 pm »
Por vezes a posição da foto, faz pensar que os olhos são sampaku, mas podem não ser. Já ouvi falar dessa maldição, mas acho que deve-se mais à constituição física da pessoa que a um mal espiritual que lhe está associado.
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Acredito que tenha sido o filho a manifestar-se, pois logo a seguir à morte, os entes costumam estar ao pé de seus familiares e amigos.
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Enigmas & Mistérios / Re: Viagens no tempo
« Última mensagem por Athena em Novembro 14, 2017, 10:17:26 pm »
Olá

Pessoalmente, acho que as viagens no tempo, não serão possíveis físicamente, pois o passado, presente e futuro, não existem no Cosmos.
Poderia ser um retrocognição ou precognição, aceder a conhecimentos e acontecimentos reais do passado, ou hipoteticamente do futuro, segundo o conceito humano.
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Ovnilogia / Re: Cientistas encontram planeta semelhante à Terra
« Última mensagem por Espirito em Novembro 08, 2017, 09:40:23 am »
Olá,
Com o tempo e aumento das nossas capacidades, não esquecendo que não conseguimos" sozinhos" e o mérito não é só nosso , será possível efectivamente confirmar essas possibilidades, contudo ainda vamos  demorar alguns séculos, uma vez que ainda não estamos devidamente preparados para ter esses contactos com criaturas extraterrestres, mais ou menos evoluídas que nós.

A confirmação da Pluralidade dos Mundos Habitados, será mais que um facto, isto para quem ainda têm dúvidas  :)

Espírito
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Ovnilogia / Cientistas encontram planeta semelhante à Terra
« Última mensagem por Bruno em Novembro 07, 2017, 07:12:28 pm »
Pesquisadores da NASA podem ter encontrado um planeta bastante parecido com a Terra. Com a ajuda da sonda Kepler, que já identificou mais de 4 mil planetas próximos, com comprovação de pouco mais de 2 mil. A descoberta aumenta para 50 o numero de planetas que ficam fora do sistema solar que podem abrigar vida. Com isso, os cientistas conseguiram criar uma lista de possíveis candidatos a uma fuga planetária.

Ao que tudo indica, o KOI-7923.01 é o mais promissor dos 20 exoplanetas que possuem condições de abrigar vida.

Segundo os pesquisadores, o planeta tem tamanho de 97% da Terra e uma órbita pouco maior do que a nossa, de 395 dias. O KOI-7923.01 é mais gelado do que a Terra, com temperaturas parecidas com as da região norte do nosso planeta, o que acontece porque ele fica mais distante de seu “Sol”, que é um pouco menos quente do que o nosso. A distância daqui até lá é de 720 anos-luz.

Por enquanto, a NASA possui poucas informações sobre o planeta, mas acredita-se que a chance de esse ser um bom candidato é de 70% a 80%. Nos próximos anos, os cientistas devem realizar observações para tentar encontrar mais detalhes sobre o planeta.



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Enigmas & Mistérios / Mistério!! Mãe afirma registro de entidades interagindo com seu bebê
« Última mensagem por Hulk em Outubro 28, 2017, 06:07:53 pm »
Mistério!! Mãe afirma registro de entidades interagindo com seu bebê



Uma mãe afirma ter capturado o momento preocupante em que duas "entidades" misteriosas interagem com a criança enquanto ela estava dormindo. Jade Yates, que vive em Barongarook, Victoria (Austrália), observou a cena através do monitor de bebê, onde duas figuras parecem flutuar acima berço do bebê.

Ela postou o vídeo em seu perfil no Facebook, juntamente com uma breve descrição. Ela quer saber o que você viu, o que poderia ser a figura misteriosa na cama de seu filho. Na verdade, revendo o vídeo você pode ver a criança chamada Ruby, encolhida em seu cobertor enquanto dorme. Então de repente uma figura branca surge logo acima da criança.

Esta figura fantasmagórica parece ter uma cabeça e corpo e movendo-se da esquerda para a direita, dando a sensação de flutuar e quando se aproximaram para a parede, esta misteriosa presença pareceu encolher de tamanho. Em algum a forma de luz é visível somente câmera infravermelha (babymonitor), desaparece gradualmente, mas depois de outra figura branca de repente parece muito maior e pairando sobre a criança que dorme.

Ms. Jade disse que não acredita em fantasmas, mas só vi as imagens gravadas com a babymonitor, parece estar convencida de que o que ela viu foi um fantasma, ou melhor, dois fantasmas. Jade disse que não havia mais ninguém na sala naquele momento.

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Criaturas lendárias & Lendas / Lenda do Castelo de Almourol
« Última mensagem por maryn em Outubro 27, 2017, 03:02:43 pm »


Durante a Idade Média, o Castelo de Almourol suscitou a criação de numerosas lendas, às quais não foram decerto alheias a beleza natural do lugar e a harmonia da construção. Uma delas é a de D. Ramiro, alcaide do Castelo de Almourol. Conta a lenda que, voltando cheio de sede de uma campanha guerreira, encontrou duas formosas mouras, mãe e filha, que traziam com elas uma bilha de água. D. Ramiro pediu à filha que lhe desse de beber. Esta, assustou-se e deixou cair a bilha. Enraivecido, D. Ramiro matou-as. Nesse momento apareceu um rapazinho de 11 anos, filho e irmão das assassinadas. O cavaleiro logo ali o fez cativo e trouxe-o para o castelo. Quando chegou, o pequeno mouro jurou que se vingaria na mulhar e na filha de D. Ramiro, duas damas muito belas. Tempos depois, a mulher do castelão definhou e acabou por morrer, vítima de venenos que o mouro lhe foi dando a pouco e pouco. Porém, não conseguiu matar Beatriz, a filha de D. Ramiro, porque os dois se apaixonaram. Um belo dia, D. Ramiro chegou ao Castelo na companhia de outro alcaide, a quem tinha prometido a mão de sua filha. Os jovens apaixonados, inconformados com a sorte que os esperava, fugiram sem deixar rasto. D. Ramiro morreu pouco depois, vitimado pelo desgosto. O castelo, abandonado, caíu em ruínas. Dizem que, nas noites de S. João, D. Beatriz e o mouro aparecem, abraçados, na torre grande do castelo. A seus pés, D. Ramiro implora perdão, mas o mouro inflexível responde-lhe com dureza: - MALDIÇÃO!
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Criaturas lendárias & Lendas / A Lenda do Arrepiado
« Última mensagem por maryn em Outubro 27, 2017, 03:00:05 pm »
Recortada contra o azul do céu, a silhueta imponente do Castelo de Almourol, evoca um passado povoado de personagens lendárias, de guerreiros e de heróis, de mouras encantadas e misteriosas donzelas. Todo um imaginário de sonho vivificando de imaginário a História e a Cultura das populações vizinhas do milenar castelo. A imponente construção medieval ergue-se na pequena, mas agreste e solitária, ilha de Almourol no meio do formoso e vasto Tejo, ali engrossado pelas águas do luso Zêzere. Das suas elevadas torres avista-se uma paisagem deslumbrante. Perto, prende-nos a atenção a risonha e mourisca povoação do Arripiado. O seu nome remete para uma lenda a que não falta nenhum dos ingredientes requeridos pela arte narrativa do povo de riba Tejo: cavaleiros sedutores e jovens de divina formosura vivem amores ora contrariados ora bem conseguidos. E tudo acontece naquele lugar privilegiado pela natureza, um lugar disputado pelos homens e pelos deuses: a surpreendente ilha de rochas reluzentes destacadas do areão de seixos doirados. Ilha verde e ocre, sombreada de frescos salgueirais e de copados sobreiros e azinheiras. Quando um frémito de aragem percorre a ramaria, a moldura esmeraldina reflecte-se no espelho mágico do rio. Pescadores e homens serranos navegam as águas profundas e descansam nas aprazíveis praias do Tejo. Casario branqueja nas encostas marginais do grande rio. As povações do Arripiado, do concelho da Chamusca, e logo além Tancos, do concelho de Vila Nova da Barquinha, apresentam aos olhos do viajante as marcas de um Passado que se desdobra também na aventurosa gesta de desbravar a terra e o rio e as matas. Povoações que testemunham a luta quotidiana, vivida ao longo dos tempos, por povos de dferentes civilizações. Almourol, a pitoresca ilha tagana, era já um castro romano na Era de César. Na decadência do Império Romano, a arruinada fortaleza foi convento e ermitério. A situação estratégica determinou o oscilar da sua posse por senhores de exércitos, por nobres poderosos. No periodo de declinio da dominação muçulmana, algumas épocas de agitação seguem-se a tempos de pacifica convivência entre moçárabes e os cristãos descendentes dos godos. Em Almourol vivia-se ao sabor de algaras mouriscas e de fossados dos cavaleiros cristãos que acompanhavam os cruzados nas lutas pela Reconquista. Reza a tradição que, no século X, a ilha tinha sido conquistada pelo temido Ibne Baqui, filho do lendário Xurumbaque. Este era um Mouro dotado de forças superiores. Feito prisioneiro pelos nórdicos da Normandia, logrou escapar-se-lhes. Conheceu palmo a palmo a região galega e, mais tarde, as terras taganas. Era já muito velho, quando decidiu marcar os seus dominios e instalar-se, em recônditos e inacessiveis lugares, entre serranias e rios profundos, numa região da antiga Lusitania, entre Coimbra e Santarém. A ilha de Al Mourol foi reforçada e dotada de uma zona de residência e de lazeres. Uma luxuosa alcaçaba, onde Ibne Baqui dividia o seu tempo entre aventuras guerreiras e os prazeres da música e da poesia. Al Mourol era um luger de paz e de recolhimento e uma atalaia vigilante. O poderoso muçulmano amava muito a sua mulher, a doce Fata, da tribo de Micnesa. Ambos se orgulhavam de sue filha Ari, uma jovem de rara beleza e invulgar talento. Os seus cânticos dulcificavam o coração dos guerreiros de Alá . A sua elegância e arte de bailarina eram afamados em todo Al Andaluz. De Beja, por uma madrugada de Maio, chegou uma luzida embaixada. Logo, Ibne Baqui mandou que todos os barqueiros e pescadores do rio se preparassem para acolher e transportar para Al Mourol o seu amado e velho irmão e toda a luzida comitiva que de tão longe viera visitá-lo. Ibne Xurami, senhor de imensa fortuna e invencível poderio militar, ouvira falar de Ari. Por ela, se decidira a vir negociar um casamento que haveria de reforçar ainda mais os descendentes do heróico Xurumbaque. A doce Ari veio a saber pelo zum-zum das belas mulheres do Pátio das Estrelas o que estava a acontecer. Uma nuvem negra parecia-lhe pairar sobre a sua juventude. Desde menina que ela amava Mem Roderico, moçárabe influente, mensageiro da paz em muitas questões e rivalidades entre mouros e cristãos. Também ele amava perdidamente a formosa Ari. Esperavam ocasião asada para convencerem os pais de ambos a permitirem o seu casamento. Depois de um longo serão de festejos, Ari esperou que o pai e a mãe se dirigissem para os seus aposentos e pediu-lhes para a ouvirem. Confiada no amor dos seus progenitores, Ari confessou-lhes o seu romance com Mem Roderico. E, rojando-se no lajedo, jurou-lhes que não suportaria nunca casar-se com o velho tio. Irado, Ibne Baqui mandou que metessem a filha na mais alta torre da fortaleza. E, para que não tentasse fugir, dizem as pessoas antigas, que "Piaram-a, isto é, ataram-na pelos pés como se fazia às cavalgaduras ruins de amansar. Ari peada, morria de saudade e paixão. Certo dia, por uma estreita fresta, entrou uma pomba branca que trazia presa a um laço no pé uma mensagem. Era a notícia de que o seu amado Mem Roderico tinha sido morto numa cilada pelos soldados de Ibne Baqui. Nesse mesmo instante a alma pura da infeliz Ari deixou o seu formoso corpo. Ari peada voou no corpo da pomba branca e foi poisar na campa de Roderico, lá em baixo, frente ao Tejo, no branco cemitério da povação que o povo passou a chamar de Aripeada, a branca e bela povação do Arripiado.
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Criaturas lendárias & Lendas / Re: Lenda da ponte de Aliviada - Marco de Canaveses
« Última mensagem por Espirito em Outubro 26, 2017, 05:30:17 pm »
Boas ,
Umas fotos era de valor , tornava a coisa mais palpável ;D
Quando for possível mete aqui uma foto da Ponte.
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