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Trabalhadores trocados por robôs.
« em: Setembro 06, 2017, 06:10:00 pm »
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  • Deutsche Bank anuncia troca massiva de trabalhadores por robôs

    John Cryan, CEO do Deutsche Bank, pediu aos seus congéneres que abracem o “espírito revolucionário da tecnologia”. E alertou para que os empregados que “trabalham como robôs” serão substituídos por eles.

    Por ocasião da Conferência Handelsblatt Banken im Umbruch, na Alemanha, John Cryan, CEO do Deutsche Bank, alertou para o facto de que “um grande número” dos seus empregados perderá o seu emprego devido à automação da banca. Ao mesmo tempo, pediu aos seus congéneres de outros bancos que abracem o “espírito revolucionário”, avança o Financial Times.

    Cryan diz acreditar que os empregados bancários que “trabalham como robôs” serão substituídos por robôs, e deu exemplos: contabilistas que “passam a maior parte do seu tempo a ser, essencialmente, um ábaco”, serão substituídos por sistemas automáticos.

    Estas afirmações chegam numa altura em que a banco alemão se comprometeu com o corte de 9000 dos seus cerca de 100 mil colaboradores diretos e 6.000 dos 30.000 indiretos, como parte de um plano de reestruturação a cinco anos.

    “A verdade é que não precisamos de tantas pessoas”, disse Cryan. “Nos nossos bancos temos pessoas que se portam como robôs, com tarefas mecânicas. Amanhã teremos robôs que se comportam como pessoas”.

    A divisão de tecnologia e operações também tem milhares de colaboradores externos, apesar de uma tentativa do seu responsável, Kim Hammond, trazer para dentro de portas cargos chave e reduzir dramaticamente a rede de colaboradores externos do banco. Recorde-se que muito do pessoal financeiro do banco trabalha nas Filipinas e na Índia, a realizar tarefas como o balanço de contas entre diferentes entidades legais.

    De acordo com o Financial Times, há outros executivos que acreditam que o caminho para o banco alemão será o de imitar outras organizações de tamanho semelhante, que têm cerca de metade dos colaboradores do Deutsche bank e receitas bastante superiores.

    Ao mesmo tempo, Cryan deu esperança à força laboral do Deutsche Bank, ao afirmar que alguns empregos poderiam ser “valorizados” à medida que o trabalho mais mecânico seria filtrado.

    Na mesma conferência, mas mais tarde, o CEO do Commerzbank, Martin Zielke, também abordou o tema da digitalização da banca, mas para dizer que esta temática sempre foi abordada “em termos ameaçadores”, tais como a perda de emprego.

    Por seu turno, Zielke prefere lançar um repto diferente: “Pensemos na oportunidade que se apresenta para os bancos e para os nossos clientes. Há muitas oportunidades que se apresentam e que, se as usarmos de forma adequada, podem ter um impacto bastante positivo na rentabilidade e no número de empregos na banca”, afirmou.

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    A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia.
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